Carteira e estratégia

Backtesting

O backtesting aplica uma estratégia a dados históricos para ver como ela teria se comportado. Serve para testar regras antes de arriscar dinheiro real.

Conteúdo educacional elaborado pela equipe Portix · Publicado em 20 de setembro de 2026

O que é

No backtesting, define-se uma regra (por exemplo, comprar ações com P/L abaixo de determinado valor e ROE acima de outro) e simula-se o que teria acontecido usando dados do passado, com compras, vendas e rebalanceamentos.

Os resultados mostram retorno, volatilidade, drawdown e outras medidas, permitindo comparar a estratégia com um índice de referência.

Como calcular

Sem fórmula única: aplicam-se regras de entrada e saída a preços históricos e calculam-se retorno, risco e drawdown do resultado

Exemplo

Exemplo hipotético: testar, nos últimos 10 anos, uma carteira rebalanceada anualmente com as 10 ações de maior dividend yield entre as de ROE acima de 15%, e comparar com o Ibovespa.

Como interpretar

  • Compare sempre com um benchmark e considere custos, impostos e liquidez.
  • Verifique se o resultado se mantém em subperíodos diferentes (alta, queda, lateralidade).
  • Desconfie de resultados excepcionais: podem vir de ajuste excessivo aos dados passados (overfitting).

Cuidados e limitações

Desempenho passado não garante desempenho futuro. Erros comuns são o viés de sobrevivência (só empresas que ainda existem), o uso de informação que não estava disponível na época e o excesso de parâmetros ajustados.

Onde ver isso na Portix: Backtesting

A Portix permite testar estratégias com critérios técnicos e fundamentalistas sobre a base de ações da B3.

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Termos relacionados

Guias que usam este conceito

Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educacional e não constitui recomendação, oferta ou aconselhamento de investimento. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.