Glossário de investimentos
103 métricas, indicadores e ferramentas explicados em linguagem direta: o que significam, como se calculam, como interpretar o resultado e quais cuidados tomar. Cobre tudo o que você encontra na plataforma, do retorno da carteira à análise técnica e ao cenário macroeconômico.
Conteúdo educacional elaborado pela equipe Portix · Publicado em 20 de setembro de 2026.
Ferramentas da Portix
AlertasMeus Alertas
Os alertas avisam por e-mail quando um ativo atinge um preço-alvo ou quando uma estratégia de Backtesting gera sinal de compra ou venda.
Análise de AtivosAba Ativos
A tela Ativos reúne, para cada ação, o gráfico com leitura técnica, os indicadores fundamentalistas com leitura qualitativa, os demonstrativos, os dividendos anunciados e o comparativo entre ativos.
Bússola e Busca Global
A Bússola é um guia de tudo o que a Portix faz, com atalhos e tours. A busca global (Ctrl+K) leva direto a qualquer tela ou quadro.
Créditos e Planos
Ferramentas de maior complexidade usam créditos. Os planos mensais incluem uma quantidade de créditos que renova a cada ciclo; créditos avulsos comprados não expiram.
DashboardPainel da carteira
O Dashboard é a tela principal da carteira: reúne retorno, risco, alocação, posições, ranking mensal, correlação e sensibilidade setorial com uma leitura em linguagem simples.
Diagnóstico da Carteira
O Diagnóstico faz uma leitura automática da carteira, apontando pontos fortes, riscos e alertas específicos dos seus ativos, em capítulos com gráficos.
Importação e Transações
É por onde os dados da carteira entram na Portix: extrato de negociação da B3 em PDF, planilha CSV ou Excel, ou lançamento manual. As transações formam o histórico da carteira.
Otimização de Carteira
A Otimização calcula a fronteira eficiente com os ativos escolhidos e sugere pesos, conforme o objetivo: máximo Sharpe, mínima volatilidade ou máximo retorno.
Projeções da CarteiraSimulação de Monte Carlo
As Projeções simulam milhares de futuros possíveis para a carteira, mostrando uma faixa de resultados em vez de um número único.
Ranking MensalMapa de calor de retornos
O ranking mensal mostra, num mapa de calor colorido, o retorno de cada ativo ou setor por mês ou trimestre. Ajuda a ver consistência e a identificar quem puxa o resultado.
Rankings de Mercado
Os Rankings de Mercado listam os dez ativos da B3 que mais subiram, mais caíram, têm maior ROE, maior crescimento de lucro e maior pagamento de dividendos.
Relatório Completo
O Relatório Completo reúne, em um PDF gerado no seu navegador, as análises salvas que você escolher: Dashboard, correlação, dividendos, otimização, projeções e outras.
ScreenerFiltro de ações
O Screener filtra toda a base de ações da B3 por critérios fundamentalistas e técnicos, e mostra os ativos que atendem às suas regras.
Tela de Dividendos
A tela de Dividendos mostra os proventos que você realmente recebeu, por mês, setor e ativo, e o quadro do que ainda há a receber.
Teste de Stress
O Teste de Stress estima quanto a carteira ganharia ou perderia em cenários extremos do mercado, com base no beta de cada ativo.
Retorno e desempenho
Alfa de JensenAlfa
O alfa mede o retorno da carteira que não é explicado pelo risco de mercado (beta). Um alfa positivo indica que a carteira rendeu mais do que o esperado para o nível de risco assumido.
BenchmarkÍndice de referência
O benchmark é o parâmetro contra o qual você compara sua carteira, como o Ibovespa ou a taxa Selic. Sem ele, não dá para saber se um retorno é bom.
CAGRTaxa de Crescimento Anual Composta
O CAGR transforma um retorno de vários anos em uma taxa anual equivalente. Serve para comparar carteiras, estratégias e o crescimento de receita ou lucro de empresas.
Índice de SortinoSortino
O Sortino é parecido com o Sharpe, mas considera apenas a volatilidade das perdas. Penaliza só o risco que o investidor de fato teme: cair.
Retorno AcumuladoRetorno no ano, 12 meses, 24 meses e 5 anos
O retorno acumulado é a variação total da carteira em uma janela de tempo, como o ano corrente ou os últimos 12 meses. Mostra o quanto a carteira rendeu no período escolhido.
Retorno Ponderado pelo TempoTWR
O TWR mede a rentabilidade da carteira neutralizando o efeito dos aportes e resgates. É a forma correta de saber se as suas escolhas de ativos deram resultado.
Taxa Livre de RiscoRf
A taxa livre de risco é o retorno de um investimento considerado sem risco de crédito, usada como base para medir quanto retorno extra o risco trouxe. No Brasil, costuma-se usar a Selic ou o CDI.
Tracking Error
O tracking error mede o quanto o retorno da carteira se afasta do benchmark ao longo do tempo. Valores baixos indicam uma carteira que acompanha de perto o índice.
Risco
Beta
O Beta mede a sensibilidade de uma ação aos movimentos do mercado. Beta acima de 1 indica oscilações maiores que as do índice de referência.
Beta de Queda e Beta de Alta
São versões do beta calculadas separadamente para dias de queda e dias de alta do mercado. Mostram se um ativo cai mais do que sobe, ou o contrário.
Concentração (HHI)Índice de Herfindahl-Hirschman
O HHI resume o quanto a carteira está concentrada em poucos ativos. Quanto maior, mais o resultado depende de poucas posições.
Diversificação Setorial
A diversificação setorial mede o quanto a carteira está espalhada entre setores da economia. Poucos setores significam dependência dos mesmos fatores.
Drawdown Máximo
O drawdown máximo é a maior queda percentual do topo ao fundo de um ativo ou carteira em um período. Mostra a pior perda que um investidor teria enfrentado.
Índice de Sharpe
O Índice de Sharpe mede o retorno obtido acima da renda fixa para cada unidade de risco assumido. Permite comparar carteiras com riscos diferentes.
Valor em RiscoVaR
O Valor em Risco (VaR) estima a perda máxima esperada de uma carteira em um período, com determinado nível de confiança. É uma medida de risco de curto prazo.
Volatilidade
A volatilidade mede o quanto o preço de um ativo oscila em torno da sua média. É a medida de risco mais usada em carteiras.
Valuation
Earnings YieldRendimento do Lucro
O earnings yield é o inverso do P/L: quanto do preço volta como lucro em um ano. Permite comparar diretamente ações com a renda fixa.
EV/EBITValor da Firma/EBIT
O EV/EBIT compara o valor total da empresa com o resultado operacional depois da depreciação. É mais conservador que o EV/EBITDA em negócios que exigem muito investimento.
EV/EBITDAValor da Firma/EBITDA
O EV/EBITDA compara o valor total da empresa (ações mais dívida líquida) com sua geração operacional de caixa. Ajuda a comparar empresas com estruturas de dívida diferentes.
Fluxo de Caixa DescontadoDCF
O DCF estima o valor de uma empresa somando os fluxos de caixa futuros trazidos a valor presente por uma taxa de desconto. Depende de premissas de crescimento e de risco.
LPALucro por Ação
O LPA é o lucro líquido dividido pelo número de ações. É o denominador do P/L e a base para projetar o valor de uma ação.
Mediana do Setor
A mediana do setor é o valor central de um indicador entre as empresas do mesmo setor. Serve de régua para saber se um número está alto ou baixo para aquele tipo de negócio.
P/LPreço/Lucro
O P/L mostra quantos anos de lucro atual o preço da ação representa. É o múltiplo mais usado para comparar o preço de empresas do mesmo setor.
P/L ProjetadoValuation por múltiplos
Método que projeta o lucro por ação para alguns anos, aplica um P/L alvo e traz o resultado a valor presente. É mais simples que o DCF.
P/SRPreço/Receita (Price to Sales)
O P/SR compara o valor de mercado com a receita anual. É útil quando o lucro é baixo, instável ou negativo.
P/VPPreço/Valor Patrimonial
O P/VP compara o preço da ação com o patrimônio líquido contábil por ação. É muito usado para bancos, seguradoras e empresas com muitos ativos.
Preço JustoValor intrínseco
O preço justo é uma estimativa do que a ação valeria segundo as premissas do modelo. Serve para comparar com o preço de mercado, nunca como previsão.
Taxa de DescontoWACC / custo de capital
A taxa de desconto traz fluxos de caixa futuros a valor presente e reflete o retorno mínimo exigido pelo risco. É a premissa que mais afeta o resultado de um DCF.
Valor TerminalPerpetuidade
O valor terminal representa tudo o que a empresa deve gerar depois do último ano projetado. Costuma ser a maior parte do valor de um DCF.
Rentabilidade e eficiência
Giro do Ativo
O giro do ativo mostra quantos reais de receita a empresa gera para cada real de ativos. Mede a eficiência no uso do patrimônio para vender.
Margem Bruta
A margem bruta mostra quanto sobra da receita depois dos custos diretos de produzir ou entregar o produto. Reflete o poder de preço e a eficiência da produção.
Margem EBITDA e Margem EBIT
Mostram quanto da receita vira resultado operacional, antes (EBITDA) ou depois (EBIT) da depreciação. Medem a eficiência da operação sem a influência de juros e impostos.
Margem Líquida
A margem líquida mostra quanto sobra de lucro para cada real de receita. Indica a eficiência da empresa em transformar vendas em resultado.
ROARetorno sobre o Ativo
O ROA mede quanto lucro a empresa gera para cada real de ativos. Mostra a eficiência no uso de tudo o que a empresa possui.
ROERetorno sobre o Patrimônio Líquido
O ROE mede quanto lucro a empresa gera para cada real de patrimônio líquido. É um dos principais indicadores de rentabilidade e de qualidade do negócio.
ROICRetorno sobre o Capital Investido
O ROIC mede o retorno do lucro operacional sobre todo o capital investido no negócio, tanto de acionistas quanto de credores. Não é inflado pela dívida como o ROE.
Endividamento
Dívida Bruta/Patrimônio Líquido
Compara o total de dívidas da empresa com o patrimônio dos acionistas. Mostra o quanto do negócio é financiado por terceiros.
Dívida Líquida
É a dívida total menos o caixa e as aplicações financeiras. Mostra o endividamento efetivo da empresa, já considerando o dinheiro disponível.
Dívida Líquida/EBITDA
Indica em quantos anos a geração operacional de caixa da empresa pagaria sua dívida líquida. É a principal medida de alavancagem financeira.
Liquidez Corrente
Compara o que a empresa tem para receber ou converter em caixa no curto prazo com o que precisa pagar no mesmo prazo. Mede a folga financeira imediata.
Fluxo de caixa e demonstrativos
CapexInvestimentos em capital
O capex é o dinheiro que a empresa investe em ativos de longo prazo, como máquinas, fábricas e sistemas. Mantém e expande a operação.
Demonstrativos FinanceirosDRE, Balanço e Fluxo de Caixa
São os três relatórios contábeis principais: a DRE mostra o resultado, o balanço mostra o que a empresa tem e deve, e o fluxo de caixa mostra a movimentação de dinheiro.
EBITDA e EBIT
O EBIT é o resultado operacional antes de juros e impostos. O EBITDA soma de volta a depreciação e a amortização, aproximando a geração operacional de caixa.
Fluxo de Caixa LivreFCL
O FCL é o caixa que sobra da operação depois dos investimentos necessários. É o dinheiro disponível para pagar dividendos, reduzir dívida ou crescer.
Fluxo de Caixa OperacionalFCO
O FCO é o dinheiro gerado pela atividade principal da empresa. Mostra se o lucro se transforma em caixa de verdade.
Proventos
Bonificação
Na bonificação, a empresa entrega ações novas aos acionistas sem custo. A quantidade aumenta e, por consequência, o preço médio cai.
Data-com e Data-ex
A data-com é o último dia em que comprar a ação dá direito ao provento; a data-ex é o primeiro dia em que a ação passa a ser negociada sem esse direito.
Desdobramento e Grupamento
O desdobramento divide cada ação em várias, reduzindo o preço unitário; o grupamento faz o contrário, juntando ações. O valor total da posição não muda.
Dividend YieldDY
O Dividend Yield mede a proporção dos proventos pagos nos últimos 12 meses em relação ao preço atual da ação. Mostra a renda que a ação gerou.
Dividendos por AçãoDPS
É o valor em reais que cada ação recebe em proventos. Multiplicado pela quantidade que você possui, dá quanto você recebe.
Juros sobre Capital PróprioJCP
O JCP é uma forma de remunerar o acionista prevista na lei brasileira, com regras tributárias próprias. Aparece na Portix como provento junto aos dividendos.
Payout
O payout é a parcela do lucro líquido distribuída aos acionistas como dividendos e juros sobre capital próprio. Ajuda a avaliar a sustentabilidade dos proventos.
Sazonalidade de Proventos
Empresas pagam proventos em épocas diferentes, e algumas concentram os pagamentos em poucos meses. A sazonalidade mostra como a renda se distribui ao longo do ano.
Tag Along
O tag along é a proteção que dá ao acionista minoritário o direito de vender suas ações em condições semelhantes às do controlador se a empresa mudar de controle.
Yield sobre CustoYield on Cost
O yield sobre custo mede os proventos dos últimos 12 meses em relação ao que você pagou pela posição. Mostra a renda que o seu investimento original gera.
Análise técnica
ATRAmplitude Média Verdadeira
O ATR mede a amplitude média de variação do preço em cada período, incluindo saltos entre um dia e outro. É uma medida de volatilidade em reais, sem indicar direção.
Bandas de Bollinger
As bandas de Bollinger desenham um envelope em volta da média móvel, com largura definida pela volatilidade. Mostram quando o preço está esticado ou comprimido.
CandlestickGráfico de velas
O candlestick resume, em cada período, o preço de abertura, o máximo, o mínimo e o fechamento. É o formato de gráfico mais usado na análise técnica.
MACDConvergência e Divergência de Médias Móveis
O MACD compara duas médias móveis exponenciais para mostrar o momento e a direção da tendência. Cruzamentos com a linha de sinal geram alertas de compra e venda.
Média Móvel ExponencialEMA
A EMA é uma média móvel que dá mais peso aos preços recentes. Reage mais rápido às mudanças do que a média simples.
Média Móvel SimplesSMA
A SMA é a média dos preços de fechamento dos últimos N períodos. Suaviza o ruído e ajuda a identificar a direção da tendência.
Oscilador Estocástico
O estocástico compara o preço de fechamento com a faixa de preços de um período. Indica se o ativo fecha perto das máximas ou das mínimas recentes.
RSIÍndice de Força Relativa
O RSI mede a velocidade e a intensidade das variações de preço numa escala de 0 a 100. Valores extremos sugerem sobrecompra ou sobrevenda.
Síntese GráficaLeitura técnica automática
A síntese gráfica resume o gráfico em quatro leituras: tendência, momento, volatilidade e comportamento do preço. Cada uma recebe um status e uma visão geral.
Macroeconomia
Boletim Focus
O Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central com as expectativas de economistas para inflação, juros e outros indicadores. Mostra o que o mercado espera.
Câmbio (Dólar/Real)
A taxa de câmbio é o preço do dólar em reais. Afeta empresas exportadoras, importadoras, endividadas em dólar e a inflação.
CDICertificado de Depósito Interbancário
O CDI é a taxa de referência para investimentos de renda fixa. Anda muito próximo da Selic e é o benchmark mais usado por fundos e títulos privados.
Curva de Juros
A curva de juros mostra as taxas dos títulos públicos para diferentes prazos. Seu formato indica as expectativas do mercado para juros e crescimento.
Dívida Bruta do Governo/PIB
Mede o tamanho da dívida pública em relação à produção anual do país. Indica a saúde das contas públicas e pesa sobre juros e risco.
IBC-BrÍndice de Atividade Econômica do Banco Central
O IBC-Br é um indicador mensal que acompanha a atividade econômica do país. É considerado uma prévia do PIB.
Inflação ImplícitaBreakeven
A inflação implícita é a inflação que o mercado embute nos preços dos títulos. Resulta da diferença entre um título prefixado e um indexado ao IPCA.
IPCAÍndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo
O IPCA é a inflação oficial do Brasil. Mede a variação dos preços ao consumidor e corrói o poder de compra do dinheiro.
Juro Real
O juro real é a taxa de juros descontada a inflação. Mostra quanto a renda fixa realmente rende em poder de compra.
Prêmio de Risco de Ações
É o retorno que as ações oferecem acima da renda fixa segura. Mostra se o risco de bolsa está sendo bem pago no momento.
Sensibilidade Setorial ao Macro
Mostra o quanto cada setor da carteira é afetado por juros, câmbio e inflação. Ajuda a entender como o cenário econômico pode impactar o portfólio.
Taxa de DesempregoPNAD Contínua
A taxa de desemprego mostra a parcela da força de trabalho sem ocupação e à procura de emprego. Reflete o estado do mercado de trabalho e da renda das famílias.
Taxa SelicSelic Meta
A Selic é a taxa básica de juros da economia, definida pelo Banco Central. Influencia o custo do crédito, a renda fixa e o valor das ações.
Carteira e estratégia
Backtesting
O backtesting aplica uma estratégia a dados históricos para ver como ela teria se comportado. Serve para testar regras antes de arriscar dinheiro real.
Comprar e ManterBuy and hold
É a estratégia de comprar um ativo e mantê-lo durante todo o período, sem operar. Serve de referência para saber se uma estratégia mais ativa vale a pena.
Correlação
A correlação mede o quanto dois ativos se movem juntos. É a base da diversificação: ativos pouco correlacionados reduzem o risco da carteira.
Fronteira EficienteOtimização de Markowitz
A fronteira eficiente reúne as carteiras que oferecem o maior retorno esperado para cada nível de risco. É a base da teoria moderna de portfólio, de Harry Markowitz.
Payoff Médio
O payoff compara o ganho médio das operações vencedoras com a perda média das perdedoras. Mostra se os ganhos compensam as perdas.
Preço MédioPM
O preço médio é o custo médio por ação da sua posição, considerando compras, vendas, taxas e eventos corporativos. Serve de base para calcular o resultado e o yield sobre custo.
Profit Factor
O profit factor divide o total ganho nas operações vencedoras pelo total perdido nas perdedoras. Acima de 1, a estratégia ganhou mais do que perdeu.
Rebalanceamento
O rebalanceamento ajusta periodicamente os pesos da carteira de volta às proporções planejadas. Mantém o risco sob controle e disciplina a decisão de comprar e vender.
Resultado Realizado e Não Realizado
O resultado não realizado é o ganho ou a perda de uma posição ainda aberta; o realizado é o resultado das vendas já feitas. A diferença importa para entender a carteira e, em geral, para impostos.
Simulação de Monte Carlo
A simulação de Monte Carlo gera milhares de trajetórias aleatórias para o futuro da carteira, mostrando a faixa de resultados possíveis em vez de um número único.
Taxa de AcertoWin rate
É a proporção de operações lucrativas em relação ao total de operações de uma estratégia. Mostra com que frequência a estratégia acerta, mas não o quanto ganha ou perde.
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